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ORIENTAÇÕES PARA COLETA DE EXAMES

A maioria dos exames requer apenas jejum. Contudo, muitas análises baseiam-se em rigorosas variáveis pré-analíticas(exercícios físicos, jejum prolongado, dieta, consumo de álcool, tabagismo, drogas terapêuticas, postura, horário de coleta e outros), necessitando de um preparo cuidadoso antes da coleta do material biológico. É importante observar as orientações de cada exame para que a coleta seja eficiente, garantindo assim a qualidade das análises. Para facilitar e agilizar o atendimento, consulte as instruções de coleta no menu abaixo, qualquer dúvida, entre em contato conosco.

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Nome: Treponema pallidum, Anticorpos totais, soro
Orientações necessárias - Este exame não necessita de preparo.
Método - Imunoenzimático e Floculação.
Valor de referência - Não reagente.
Interpretação e comentários - Os testes sorológicos para sífilis detectam anticorpos de dois grupos contra o Treponema pallidum, o agente etiológico da doença. O primeiro grupo é formado por anticorpos antiantígeno não-treponêmico (reagina), que se dirigem contra uma estrutura lipóidica (fosfolípide) resultante da infecção do organismo pelo T. pallidum. Esses marcadores podem ser detectados pelo teste do VDRL e, mais recentemente, pelo Rapid Plasma Reagin (RPR), os quais, no entanto, são relativamente inespecíficos, principalmente com títulos menores que 1/16. Em tais casos, existe a possibilidade de o resultado caracterizar uma reação falso-positiva, até porque esses anticorpos são encontrados em indivíduos com enfermidades auto-imunes, malária, infecções virais e bacterianas e mesmo em gestantes. Já títulos maiores que 1/16 sugerem infecção pelo treponema. O teste RPR se torna positivo de 2 a 3 semanas após o início da doença e se mostra muito útil no seguimento terapêutico. - O segundo grupo pesquisado se refere a anticorpos dirigidos contra constituintes do próprio treponema. A pesquisa desses marcadores pode ser realizada pelo teste de imunofluorescência indireta (FTA-ABS) ou por micro-hemaglutinação passiva (MHA-TP) e, mais recentemente, pela técnica Elisa. Tais exames confirmam o diagnóstico da doença quando o teste RPR é positivo. Apesar de serem considerados como métodos específicos, é possível haver reações falso-positivas em menos de 1% dos indivíduos normais e em portadores de doenças associadas a globulinas anormais ou aumentadas, no lúpus eritematoso sistêmico e em dependentes de drogas. Da mesma forma, são listadas como possíveis causas de teste falso-positivo por Elisa a doença de Lyme, a hanseníase, a malária, a mononucleose infecciosa e a leptospirose. Já resultados inconclusivos ou indeterminados não podem ser interpretados, uma vez que tanto existe a possibilidade de indicarem um nível muito baixo de anticorpos antitreponema quanto de se deverem a fatores inespecíficos. - Indivíduos com sífilis podem apresentar persistência, por meses e anos, de reações positivas no teste RPR após tratamento específico, com títulos sempre inferiores ou iguais a 1/8, e no teste para antígenos treponêmicos por Elisa ou, então, somente neste último, o que, contudo, não tem significado clínico, sendo reconhecido como cicatriz sorológica.
Prazo Em até 2 dias úteis (incluindo sábados) às 18h

 


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